dinsdag 4 juni 2013

DA ARQUITECTURA DOS TEMPOS QUE SE ABREM ÀS REVOLUÇÕES E DOS TEMPOS QUE FECHAM AS REVOLUÇÕES EM FORMAÇÕES LIMITADAS

UMA BOA OU MÁ ÇA DEPENDS, REVOLUTION

NÃO DEPENDE DE ESPAÇOS ABERTOS PARA SE FAZER

MAS PARA TRIUNFAR  OU AO MENOS DAR UMA BOA LUTA

UMA REVOLUÇÃO DEPENDE DE NÚMEROS

E SE É VERDADE QUE PODE SER FEITA EM ESTÁDIOS DE FUTEBOL

APRAZ MAIS À PSICOLOGIA DAS MASSAS FAZÊ-LA EM PRAÇAS

SE A REVOLUÇÃO É URBANA

OU NOS CAMPOS SE É CAMPESINA

OU NAS MONTANHAS SE DEPENDE DA FALTA DE OXIGENAÇÃO

PARA TRIUNFAR NOS CÉREBROS DOS REVOLUCIONÁRIOS

PARIS MEDIEVAL E BURGUESA ARDEU NAS FRONDAS

E NAS REVOLUÇÕES E MOTINS QUE NÃO CHEGARAM A SÊ-LAS

REVOLUÇÕES, CLARO ESTÁ

PARIS EM CÓLERA

MADRID FEBRIL QUE SE LEVANTA OU CAI EM PESO

SOBRE O OCUPANTE OU A TIRANIA INTERNA

TRIUNFA EM RUELAS E BECOS SEM SAÍDA

EM LABIRINTOS DE RUAS E PEQUENAS PRAÇAS

MAS A REVOLUÇÃO MORRE NAS AVENIDAS LARGAS

NAS PRAÇAS GORDAS

ONDE OS CANHÕES OU OS TANQUES

CILINDRAM OS REVOLUCIONÁRIOS

OU FAZEM-NOS EM TIRAS DE CARNE RECICLÁVEL

MAS O ESTADO CONTEMPORÂNEO

É NESTE SÉCULO XXIº AVESSO AO MASSACRE PÚBLICO

É CONTRÁRIO À FORÇA REPRESSIVA MANIFESTA

ASSIM CURIOSAMENTE OU NÃO

O ESTADO REMETE-SE A ...

fazer o contrário do estado pós napoleónico

que abre avenidas largas e praças imensas para melhor poder massacrar a tiro de canhão os revolucionários

o estado actual hoje fecha as praças ou constrói nelas
para se impedir a si próprio de ter que os massacrar nas praças

é o resultado das revoluções darem bons momentos televisivos e internéticos

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